Reflexões – Marcos Castro | “LOCKDOWN”?

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Lockdown
Lockdown (Foto: Reprodução)

Palavrinha bizarra que ficou “conhecida” demais, defendida pela mídia do apocalipse e pelos fanáticos aproveitadores do “coronga” e causadores da desumanidade; que, na enganosa, cruel e mentirosa desculpa esfarrapada que disseminam – dizendo que é algo para o bem, para a sua proteção -, NA VERDADE tem o intuito implícito de subjugar, oprimir, instituir o medo que controla, afastar o humano do humano, enfraquecendo a própria humanidade roubando sua liberdade e identidade!

                Vamos entender de verdade, mesmo que em síntese da minha opinião, esta “coisa” ideológica!

                No primeiro parágrafo deste artigo (olhem lá) coloquei a palavra “conhecida” assim entre aspas!

Por que?

Porque, na verdade, enfiaram esta palavra “goela abaixo” na boca do povo, que mal sabe, exatamente, o que significa e não pensam no tamanho da crueldade que é isto!

Vamos começar pela simples tradução “ao pé da letra”: “lockdown” significa CONFINAMENTO!

Confinamento É PRISÃO; E QUEM FICA PRESO É BANDIDO (QUE, ALIÁS, ESTES – OS BANDIDOS – NÃO FICAM)!

Além de cruel, “desconhecida”, esta palavrinha absurda confunde!

                Portanto, é ESSENCIAL compreender e conhecer, exatamente, as diferenças enormes entre alguns significados atualmente tão difundidos. Vamos lá…

  •  “lockdown”: significa a determinação de PROIBIR as pessoas de saírem de casa sem prévia autorização do Poder Público! Ou seja, você ESTÁ PRESO, COM MEDO E CONFINADO;
  • isolamento social ampliado ou horizontal: diz respeito também a uma proibição; sendo a vedação total, a todos, do trabalho e atividades consideradas não essenciais; e isto NÃO É DEFINIDO POR VOCÊ – MAS, O QUE É NÃO ESSENCIAL A UNS PODE SER ESSENCIAL A OUTROS – E SIM PELO PODER PÚBLICO;
  • isolamento social vertical: neste caso, mais brando e, talvez, mais pertinente, diz respeito ao isolamento daqueles que compõe o chamado “grupo de risco”;
  • distanciamento social: aqui a coisa já é bem diferente, pertinente; e refere-se a colocar regras de distância entre as pessoas, limitar número de pessoas em estabelecimentos, solicitar assentos ociosos, vedar aglomerações etc.

“Sacou” a enorme diferença?

                Agora, conhecendo um pouco mais, continuemos nossa reflexão!

                Gente, a não ser que, por força de lei ou de decretos de governantes mal informados ninguém “curte” ficar preso! Dirão, “ah, mas é pelo bem de todos”! Balela!

Mesmo que nossas “saidinhas” (lembrando do direito dos bandidos e suas “saidinhas”) sejam somente para fazer uso dos tais “serviços essenciais” (isolamento social ampliado ou horizontal), neste raciocínio ilógico, teremos contato com o vírus chinês e o levaremos para casa; onde teremos nossos queridos “isoladinhos”, sem o sol (vitamina D), com medo e deprimidos (baixa imunidade), sem exercitar-se (daí sem produção orgânica de serotonina e endorfina: neurotransmissores relacionados à sensação de bem-estar e que ajudam a reduzir o estresse, a ansiedade e aumentam a imunidade) e totalmente confinados e presos juntos ao “coronga” que levamos para casa!

Lembrando que, ao “ar livre”, com distanciamento, não há contágio, como sabemos!

Continuando a reflexão sobre esta “caixinha de maldades” do tal “lockdown” e seus semelhantes.

Todos já vimos que NÃO FUNCIONA, NÃO FUNCIONOU E NUNCA FUNCIONARÁ, pois se houvesse tido algum efeito não estaríamos vivendo a tal 2ª onda!

Dizem, “foi o Natal, as confraternizações do Ano Novo em família”!

Papo furado! Sempre o culpado será o povo passivo e controlado!

O FATO É: O HUMANO NÃO CONSEGUE E JAMAIS CONSEGUIRÁ FICAR ISOLADO DOS SEUS SEMELHANTES, E PONTO!

E há quem “tome gosto pela coisa”; afastando-se de amigos e até mesmo dos próprios familiares – considerando que a pior coisa que pode lhes acontecer é, de repente, encontrar outra pessoa de carne, osso, alma e coração!

Um parêntese: É LÓGICO QUE SOU A FAVOR DE ATITUDES DE ENVOLVIMENTO COLETIVO QUE AJUDEM PREVENIR! Minha opinião sobre isso está mais lá no final….

Continuando….

A pandemia “causada” por Wuhan – cidade chinesa que, feliz, comemorou livremente a virada do ano – também já mostrou que, por si só, afeta muito a saúde mental; e as consequências do isolamento potencializam isso.

Na ausência de qualquer controle a respeito, em especial da mídia funerária, os impactos na população não serão mensuráveis por anos; e serão gravíssimos! E ainda, o aumento da mortalidade devido a dificuldades de acesso a cuidados básicos de saúde, incremento de problemas mentais ligados ao isolamento, bem como consequências sociais da recessão econômica, apesar de não serem quantificáveis pela mídia do cemitério, são óbvias! Causam elevadíssima crueldade com o coletivo e o desgaste social é imprevisível!

Muitos defendem – e têm este direito – esta aberração social disfarçada de medida contra o vírus chinês, pois foram convencidos, por algum tipo de desequilíbrio no aparelho psíquico, que ficando livres da Covid-19 ficarão também livres, misteriosamente, do câncer de fígado, do derrame cerebral, do infarto do miocárdio, da ansiedade, da depressão, da síndrome do pânico, do suicídio por desespero…

                Esta ação autopromocional daqueles que fazem uso da feitiçaria do medo se instala nas vítimas – O POVO -, e se manifesta através de uma anomalia comum: a inicial aceitação passiva, e em seguida muito ativa, de convicções irracionais, no seu sistema psíquico e emocional, que isto é normal e necessário!

                MAS, ATENÇÃO AGORA! VEJA QUE INTERESSANTE!

                Esta NEURASTENIA PATOLÓGICA (perda geral do interesse, estado de inatividade e gosto pela passividade, que atinge tanto a área física quanto a intelectual, associado a quadros histéricos) NÃO ATINGE AQUELES QUE PRECISAM TRABALHAR PARA TER O PÃO DE CADA DIA E TAMPOUCO AQUELES QUE NOS FORNECEM O QUE COMER, BEBER, VESTIR, VIVER!

É coisa privativa dos meios onde, em geral, as pessoas não têm, realmente, que sair de casa para trabalhar e ganhar a vida!

                Finalizando….

                Queridas, queridos, é lógico que algumas ações públicas – destas que expliquei – são pertinentes e necessárias neste momento; como por exemplo o distanciamento social (relembre o que é lendo de novo o início deste artigo) e o pleno respeito a todos os cuidados que já conhecemos e decoramos!

No entanto, isto também não aliviará o suficiente, até termos as vacinas (que ainda estão sendo aprovadas EXPERIMENTALMENTE mundo a fora, e, portanto, irão demorar), SE NÃO HOUVER UMA ATITUDE DE SAÚDE PÚBLICA QUANTO A PROTOCOLOS PADRÕES DE PROFILAXIA E TRATAMENTO PRECOCE!

Termino indicando a vocês, leitores e leitoras queridas, que leiam meu artigo anterior – aqui mesmo no site – denominado, a desgraça do: “tome dipirona, volte para a casa e retorne só se piorar”!

Por Marcos Castro
Engenheiro; Especialista em Qualidade e Produtividade;
Mestre em OTH; Educador;
Escritor; Filósofo; Professor Universitário;
Educador; Palestrante; Psicanalista.
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